sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Doença, Consciência Espiritual e Medicina Espiritual Cristã


"Aquele que não perdoa cria um conflito interno que gera, no campo das emoções, um bloqueio que se reflete no nível físico, materializando-se, de início na forma de uma disfunção, depois em uma lesão orgânica, determinando as doenças".

Alberto Almeida, presidente da Associação Médico-Espírita do Pará (AME-PA).
"Um capelão militar elaborou, certa vez, uma "TABELA DE PREOCUPAÇÕES", baseando-se nos problemas que homens e mulheres lhe haviam trazido durante os anos que tinha trabalhado naquela função. Ele concluiu que as preocupações se encaixavam nas seguintes categorias:
  • Preocupações com coisas que nunca aconteceram - 40%
  • Preocupações com decisões tomadas no passado e que não podem ser mudadas - 30%
  • Preocupações com enfermidades que nunca aconteceram - 12%
  • Preocupações com adultos, crianças e amigos capazes de tomar conta de si mesmo - 10%
  • Preocupações com problemas verdadeiros - 8%
De acordo com essa tabela, 92% de todas as preocupações referem-se a situações que não podemos controlar e que deveriam ser deixadas nas mãos da Providência.
A verdade é que a maioria da nossa ansiedade está enraizada na insegurança e desconhecimento que temos de nós próprios:
- por não crermos na ubiquidade da Providência;
- por não conhecermos o Poder da nossa Consciência e a sua Multidimensionalidade;
- pela falta da capacidade de compreendermos e assimilarmos as imutáveis leis da natureza.
Não acreditamos ser suficientemente grandes e capazes de cuidar dos nossos problemas, para alcançar o que desejamos e para mantermos, a nós e aos outros, longe dos perigos.
A consequência de uma tal atitude é tão-somente a doença física, mental, psíquica, mesmo parapsíquica ou espiritual (o espírito é o prolongamento da consciência em dimensões imateriais cada vez mais subtis), que se manifestará num dos seus 4 graus: agudo, crónico ou degenerativo reversível ou degenerativo irreversível.

Quando se crê com fé é fácil entender como nossas preocupações são inúteis na maior parte do tempo. A Consciência Espiritual não deve ser um objetivo em nossas vidas mas sim a consequência de vivermos e aprendermos um dia de cada vez.

Quando tive a ideia de criar este blogue decidi chamar-lhe «os meus caminhos» porque sempre considerei que a escolha de qual o caminho a seguir é responsabilidade do doente a quem o profissional deve esclarecer no todo que souber. Não advogo a ideia ainda reinante que é melhor nada dizer (o estado emocional do paciente deve ser tomado em conta mas não isso não impede o "mistério"). Quem o faz, não sabe verdadeiramente o que está a fazer. Para esse, qualquer robot devidamente informatizado poderá diagnosticar e prescrever de forma idêntica à sua, senão mesmo melhor! Todo o "doente" tem o direito a saber qual o juízo que o profissional faz da avaliação do seu estado e providenciar o seu futuro, tanto material como espiritual, se for o caso. Sei que não tenho muitos seguidores neste pensar, sobretudo no mundo profissional já que "aquele" que estando doente e vem até mim sabe ao que vem, e muitos são os que me agradecem desde perto de 3 décadas atrás.

A saúde representa em muitos casos a própria vida do indivíduo sendo por isso demasiado valiosa para que se a deixe em exclusivo na mão de um qualquer profissional. Ademais, esse profissional só cuidará da área da sua especialidade. A nível espiritual, e independentemente do seu estado psiconeurofisiológico, é o próprio indivíduo que se terá que cuidar, cá ou lá, sendo que toda a viagem deve ser sempre preparada com a tranquilidade e o conhecimento possíveis.

Porque o Homem é Força e Matéria, nunca a medicina foi, e é, só científica ou só espiritual. Terá havido tempo de domínio de uma ou outra facção, por vezes de modo fanático. Muitos foram os prejudicados por razão desse comportamento faccioso. Há doenças físicas mas também há doenças espirituais, frequente e erroneamente chamadas de mentais e/ou psíquicas. Mas também há doenças físico-espirituais e espírito-físicas. A cada uma a sua medicina. Enquanto oficialmente a medicina espiritual não é reconhecida e suficientemente divulgada, recomendo que, particularmente em "doenças estranhas", consulte-se um médico espírita kardecista, por conhecimento pessoal ou procurando por um num centro espírita kardecista.
Complemente a leitura deste poste com a visualização do vídeo a seguir


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